Realizada por: Amerginh
Al Druida: ainé
Formulada el jueves, 30 de marzo de 2006
Número de respuestas: 59
Categoría: Linguistica, onomástica y toponimia

Umha curiosidade entre nós os dous...


Levamos vários dias dándolhe voltas ao mesmo. Tudo jurdiu a partires de minha afirmaçao: "El Gallego y el Portugués son DIALECTOS del GALLEGO-PORTUGUÉS, pero entre ellos no hay ninguna relación de "supremacía", ni uno es dialecto del otro ni viceversa... sino que ambos son CO-DIALECTOS de una misma lengua matriz sobre la que se diferenciaron y evolucionaron..." Quando a volvim a ler, dinme conta de que creio que estamos a darlhe voltas a umha cousa distinta. Eu, como reintegrata, lógicamente creio que o portugués é umha mesma cousa que o galego... mas nom como afirmou a quem lhe respondim, o portugués é um dialeto do galego, senóm que som a evoluçao a partires dumha mesma língua medieval (o galego-portugués)... entom... de que estamos a dicutir? só me queda que ti defendas que o galego-portugués é a mesma coisa que o galego de hoje... e que o portugués, evoluiu a partires do galego de hoje (¿?¿?¿?). Suponho que nom... entom... porque discutimos? xDDD PD: despois de isso eu já deixei clara a minha postura sob a relaçao entre o galego atual e o portugues: Variantes co-dialectais do diasistema lingüístico "galego-portugués": esto é; explicado por um parvo (eu), que som dúas evoluçoes paralelas e gemelgas dumha língua previa desaparecida, que uns defendedes som distintas (os isolacionistas ou anti-reintegracionistas) e outros, (como eu)que defendemos a unidade de ambas lÍguas como variantes de umha mesma (que poderase chamar como queiras...). Ou seja: "A lingua galega é un romance autónomo para as autoridades lingüísticas oficiais en galicia emparentado co portugués e para outros lingüistas aínda hoxe unha variante co-dialectal do diasistema lingüístico galego-portugués" Sublinhemos o de "ainda hoje" e esse sería o nosso desencontro??? porque eu já perdim cal era xDDD Beijinhos

Respuestas

    Tijera Pulsa este icono si opinas que la información está fuera de lugar, no tiene rigor o es de nulo interés.
    Tu único clic no la borarrá, pero contribuirá a que la sabiduría del grupo pueda funcionar correctamente.

  1. #1 ainé lunes, 03 de abril de 2006 a las 20:59

    Amerginh...dis: "...entom... porque discutimos? xDDD" Discutimos porque o reintegracionismo non ten sentido (para min). Lendo estas frases que xa che expuxen no Xprésate, ¿encontraslle senso ó reintegracionismo?: Gallego-portugués: “…e offeyro co'no meu corpo todo o herdamento que eu ey en Centegaus…” Gallego: “….e ofrezo co meu corpo todo o herdamento que eu teño en Centegaus…” Portugués: “…e ofereço com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” Eu non. E visto esto, tampouco ten senso o que despóis dis: "...Variantes co-dialectais do diasistema lingüístico "galego-portugués": esto é; explicado por um parvo (eu), que som dúas evoluçoes paralelas e gemelgas dumha língua previa desaparecida..." Desaparecida ¿¿¡¡!!??


  2. #Gracias Amerginh AGRADECIMIENTO

  3. #2 ainé lunes, 03 de abril de 2006 a las 21:05

    Outro exemplo que tamén che expuxen: Galego-portugués “estarrincado” (poñendo as “n” correspondentes para mellor comprensión): Asen, muy bono homen e muy bono caualeiro.E auya hunu ffilho mançebo, caualeiro muy bono e muy prezado, e auya nomme Anesten. E amaua huna ffilha duum pobre caualeyro de tan grande amor que nenhuum homen non poderya auer mayor amor a molher. ------------------------------ Agora póñocho coa gramática do galego actual (respectando as palabras que seguen vivas no galego actual---zona de Ourense, por exemplo): Asen, mui bon home e mui bon cavaleiro. E avía un fillo mancebo, cavaleiro mui bon e mui prezado, e avía nome Anesten. E amaba unha filla dun pobre cavaleiro de tan grande amor que nengún home non podería haber maior amor a muller. Se ti dis que está morto...pois estará. Un saúdiño


  4. #3 Amerginh lunes, 03 de abril de 2006 a las 22:35

    Sego sem entender... (já sei... som parvo demáis...) pero: Dis: ///////////Discutimos porque o reintegracionismo non ten sentido (para min). Lendo estas frases que xa che expuxen no Xprésate, ¿encontraslle senso ó reintegracionismo?: Gallego-portugués: “…e offeyro co'no meu corpo todo o herdamento que eu ey en Centegaus…” Gallego: “….e ofrezo co meu corpo todo o herdamento que eu teño en Centegaus…” Portugués: “…e ofereço com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...”//////////////// A ver oh... se nom hai diferenças... entom porque nom tem sentido para ti o reintegracionismo???? estas-me a dar a raçom!!! Galego e portugués... a mesma coisa som nom eh?? PD: O de desaparecida vai dirigido ao galego-portugués medieval!!!!! (a menos que ti fales e escribas dessa forma...) e deijei claro que falo de "evoluçoes paralelas e gemelgas" que derom lugar ao galego/potuguês atual... _____________________________ Quem leia esto... estou eu tolo ou é que estamos a dizer o mesminho os dous???? Sego sem entender... falamos do mesmo ou nom? ains...


  5. #4 Lusitanoi lunes, 03 de abril de 2006 a las 22:37

    Ainé Agora muito a serio e fora de risos, eu compreendo muito bem e até concordo contigo nalguns pontos sobre o reintegracionismo, pois ele levaria a que muitos galegos tivessem dificuldade em entendê-lo de forma escrita e sobretudo que fosse bastante dificil para eles escreve-lo uma vez que estao habituados as regras ortograficas castellanas, o que a meu ver é um forte motivo que tu tens e é bastante razoavel. E essa penso que é factor pior que tem o reintegracionismo para os galego, já nao posso concordar que o galego despareceria no portugues, pois tal como o brasileiro e os outros paises de expressao lusofona teria as suas proprias regras e em termo hipoteticos sera ate possivel que o galego influenciasse o portugues tal como o brasileiro o tem influenciado. Mas agora quando falas de sentido, ai ja é outra coisa, quando dizes: "Discutimos porque o reintegracionismo non ten sentido (para min). Lendo estas frases que xa che expuxen no Xprésate, ¿encontraslle senso ó reintegracionismo?" Agora pergunto eu que sentido tem o nao reintegracionismo quando tu sabes, eu sei e todos sabemos que o sentido actual do galego é o seu desaparecimento como lingua e a sua susbtituiçao progressiva pelo castellano até que seja apenas um dialecto regional do próprio castellano? Tu podes nao concordar com o reintegracionismo, é um direito que te assiste e tens as tuas razoes muito validas, mas nao digas que o reintegracionismo tem menos sentido e senso que o estado actual do galego porque isso nao é assim, concordas? abraço


  6. #5 Amerginh lunes, 03 de abril de 2006 a las 22:48

    Caralho Lusitanoi... tu sim que sabes expressarte e nom eu :P (Nota para mim mesmo: Aprender a explicarme e a escrivir...) É certo que "ele levaria a que muitos galegos tivessem dificuldade em entendê-lo" e issa foi precisamente um dos maiores fatores para criar a atual norma do ILG-RAG... pero o ponto de partida deberia ter sido outro: já que a maioria dos galegofalantes nom sabem escrivir... fagamo-lo bem dende o principio!!!! Ademáis, a ortografía lusista daria resposta a muitos dos problemas atuais da relaçao ortografía-fonética, e nom dearía morrer a "fala galega" (ao dizir isto estou a pensar nesse pseudo-galego con acento de ValladoliD e pronuncia madrileÑa da TVG...). Eu prefiro un cento de vezes o galego com GHeada e máis de 5 vogais e sesseo!!!!! (galego falado... na escrita... quero escriver em português/galego-português atual!!!)


  7. #6 ainé lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:25

    :DD Sodes ben paveros, ho! Arredemo!! ...vou tentar (por milésima ocasionne) tratar de entender o asunto. Poñede esta frase en "galego reintegrado" e fagamos comparanza: Gallego-portugués: “…e offeyro co'no meu corpo todo o herdamento que eu ey en Centegaus…” Gallego: “….e ofrezo co meu corpo todo o herdamento que eu teño en Centegaus…” Portugués: “…e ofereço com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” ----Galego reintegrado: .............................................? Malo sexa que un ano destes non caia no buraco da sapiencia!! :-((


  8. #7 Amerginh lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:31

    e igualinho que no sitio donde pom "Portugués" ainda que há varias normativas... podería ser: “…e ofereço com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” ou “…e oferezo com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” Já tá


  9. #8 Amerginh lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:38

    Por certo, segundo o Estraviz: Herdamento s. m. (1) Acto ou efeito de herdar. (2) O mesmo que herdança. Herdança s. f. (1) Aquilo que se herda ou deve herdar. (2) Sucessom de bens. (3) O que se transmite com o sangue. (4) Hereditariedade. (5) Legado. (6) Posse. Sinóns. Herdo, herdade, herdamento. Herdade s. f. Grande propriedade rústica, composta geralmente de montes, terra de semeadura e casa. Sinóns. Herdança, herdo, legado, herdamento, herdai, fazenda, leira [lat. hereditate]. Substitue herdai por aquel sinom que mais goste... Chao!


  10. #9 ainé lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:51

    Original.................. Gallego-portugués: “…e offeyro co'no meu corpo todo o herdamento que eu ey en Centegaus…” Galego reintegrado.......... “…e ofereço com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” ou “…e oferezo com meu corpo toda a herdai que eu tenho em Centegaus...” A eso me refiro...reintegrar é aportuguesar...non é voltar á orixe (non ten senso aportuguesar). Temos dúas línguas, ¿a que ven iso de xuntala nunha sola? (para min é perder riqueza cultural) Os meus antepasados sempre dixeron herdanza/herdanza porque así llo ensinaron os seus antepasados (iso é cultura inmaterial).


  11. #10 Lusitanoi lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:57

    Em portugues actual nao existe "herdai" (donde foste buscar isso Ainé?), a palavra correcta é Herança e penso que também se pode dizer herdança, mas esta já nao se usa actualmente, herdai é uma forma do verbo herdar. eu herdo tu herdas ele herda nos herdamos vos herdais eles erdam lolololololol Mas Ainé, nao respondeste a minha questao


  12. #11 Amerginh lunes, 03 de abril de 2006 a las 23:59

    ainé... O reintegracionismo nunca foi "voltar ao origem". Vou a por aquí a definiçao da AGAL: Em essencia, o reintegracionismo nom é mais que umha das duas opções de padronizaçom existentes hoje em dia no seio do galego. Para poder entender em que consiste esta opçom e os alicerces em que se fundamenta, achamos que é imprescindível previamente conhecer em que consiste um processo de padronizaçom linguística e as razões porque som levados adiante estes processos nas diversas sociedades. Para isso, propomos acudir à seguinte página, em que mostramos, de modo resumido e descomplicado, umha breve explicaçom sobre estas realidades. Umha vez compreendida a necessidade e a funçom da padronizaçom linguística, pode-se continuar nesta secçom, em que oferecemos certos estudos e informações que permitem alcançar facilmente umha perspectiva geral sobre as características da tradiçom reintegracionista. Realizaremos umha aproximaçom por níveis linguísticos: Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego, a escrita galego-portuguesa, que é a mesma que emprega o luso-brasileiro na actualidade. Isto diferencia-nos das outras propostas normativas, que, quer de modo confessadamente provisório, quer com vocaçom de perdurabilidade, adoptarom para o galego a escrita do castelhano. Para melhor conhecer a escrita galego-portuguesa e as diversas peculiaridades da sua aplicaçom ao galego, apresentamos, a seguir, um guia de leitura, que inclui exemplos de pronúncia para todos os grafemas. Oferecemos também umha amostra comparativa das pronúncias galega, portuguesa e brasileira de diversas palavras e frases: Guia de Leitura dos Grafemas e Dígrafos do Galego. Amostra Comparativa das Pronúncias Galega, Portuguesa e Brasileira. Léxico: Como informaçom sobre a proposta reintegracionista para a constituiçom de umha norma lexical em galego, a seguir reproduzimos o estudo de Carlos Garrido aparecido nas páginas da Agália (57; 1999): "Estado actual e perspectivas da norma lexical". http://www.agal-gz.org/ A verdade e que prefiro que o galego base a sua ortografía no seu irmão/gemeo: o português que nom nesse primo: o castelam, que foi imposto em substituçao do galego proprio da Galiza, e que sem essa influença hoje a tendencia sería a norma ortográfica reintegracionista (por lógica evolutiva). O atual sistema ortográfico ajuda só a achegar o galego ao castrapo e do castrapo ao castelam... e logo desaparecer? pode que sim...


  13. #12 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 00:00

    Aquí tes os enlaces aos documentos básicos... http://www.agal-gz.org/modules.php?name=Sections&op=viewarticle&artid=12


  14. #13 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 00:01

    Lusitanoi o de herdai e meu... hehehehe busquei-no num dicionário on-line quando traducim o texto... e que será umha merda :P


  15. #14 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 00:35

    Esto éche o que estou tentando entender: "Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego, a escrita galego-portuguesa, que é a mesma que emprega o luso-brasileiro na actualidade" Comparar o galego-portugués medieval e a súa grafía có galego actual e o portugués actual....é o que tento facer: Gallego-portugués: “…e offeyro co'no meu corpo todo o herdamento que eu ey en Centegaus…” Gallego: “….e ofrezo co meu corpo todo o herdamento que eu teño en Centegaus…” Portugués: “…e ofereço com meu corpo toda a herança que eu tenho em Centegaus...” ¿¿¿recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,...??? Aaaaaaaaahhhh!!! Fico chosca e non lle encontro sensooooo!!! PD...nada de outras respostas nen cuestións mentres esto non me quede claro.


  16. #15 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 00:39

    Poema de Martín Soares....poñédeo en galego reintegracionista: No mundo non sei parella mentre me for como me vay, ca ja moiro por vos e ay! Mia sennor branca / e vermella, queredes que vus retraya quando vus eu vi en saya. Mao dia me levantey que vus enton non vi fea! En que carajo se parece a norma reintegracionista ó texto orixinal?....ren :-(( Cousa curiosa......os portugueses do norte falan galego medieval.... :DD Castro Laboreiro http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som1.html


  17. #16 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 10:15

    Parece-se o mesmo que se o pujeras en galego atual do ILG-RAG... un chisco e na mais Estas-me a repetir os mesmos argumentos: Que o português nom é Galegoportugués medieval... Pois claro!!... nem o galego. Só quero aclarar: o reintegracionismo nom é pasas a falar português, senón aplicar umha normativa basada no ámbito lingüistico ao que pertence o galego, e nom usar o do castelám: Clasificación genética: Indoeuropeo (Wikiwedia) Itálico Grupo Romance Romance Ítalo-occidental Subgrupo Occidental Grupo Galo-Ibérico Grupo Ibero-Romance Galaico-portugués ------------------> Galego Português - Astur-Leonés ___Asturiano (España) ___Leonés (España) ___Mirandés (Portugal) ___Extremeño o Alto Extremeño (España) - Castellano ___Andaluz (España) ___Bajo y Medio Extremeño o Castúo (España) ___Caló (España) ___Sefardí o Ladino (Israel) ___Español o Castellano (España) - Galaico-Portugués ___Fala o Galaico-Extremeño (España) ___Gallego (España) ___Portugués (Portugal) - Navarro-aragonés ___Aragonés (España)


  18. #17 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 10:28

    Estimada ainé... nom creio que nunca mudemos a opiniom do outro... mas, por se pensas que o reintegracionismo nom permite falar galego "enxebre" e convírtese em português... Mira a ver aquí como se ajeita a ortografía com o galego falado: http://www.agal-gz.org/modules.php?name=Sections&op=viewarticle&artid=14 http://www.agal-gz.org/modules.php?name=Sections&op=viewarticle&artid=15 A defessa do reintegracionismo nasceu em mim a partires de umha concluçao: A escrita do galego desapareceu na prática na Galiza dende o século XV até o XIX... ainda que o galego nom deijou nunca de se falar... mas tampouco de escriver, ao outro lado do Minho!!! No portugal mantivo-se a escrita, e ainda que viu-se influido polas falas moçarabes, o substrato é claramente galego. Então... o português e o galego som a mesma coisa mas cumha diferença: O Galego tem mais influença do castelam e o portugués das falas moçarabes, e num 95% (polo menos) som a mesma coisa, nom mais diferentes do que o Brasileiro é do Português europeo... entom, porque temos que usar umha ortografía CASTELLANA??? se temos aí ao lado umha própria do nosso entorno linguístico??? por facilidades??? pois isso está matando as peculiaridades da língua galega, a súa fonética "enxebre" morre substituida pola fonética propria do castelam, e ainda mais, as estruturas gramaticais som substituidas de igoal forma... Agora rebate-me ti a minha postura...


  19. #18 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 10:31

    Amerguinh....repito a definición que deches:: "Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,..." ".....recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,....." (estouche pedindo que mo amoses....non sei por qué lle das tantas voltas)


  20. #19 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 11:02

    ainé... já respondim... pero nom me sei explicar :'''''( A ver: 1. A escrita do galego desapareceu na prática na Galiza dende o século XV até o XIX... ainda que ao outro lado do Minho mantivo-se a escrita 2. O reintegracionista defende a padronizaçom dentro da lusofonía como ámbito linguístico proprio do galego 3. Considera-se que a adopçom para o galego da escrita do castelhano pervirte a sua fonética e gramática por adaptaçom da língua cara às formas castelanizadas 4. Por lógica ecvolutiva da língua, o galego debería ir, e habería ido caa ao padrão común com o português. A ver se puntinho a puntinho deijoo clarinho Chao!


  21. #20 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 11:10

    Amerguinh....non pido definicións nen argumentos...pido exemplos na escrita antiga e no galego reintegrado Para ver esa ".....recuperación e uso da escrita histórica do galego,....." Segunda vez que o pido....poema de Martín Soares....poñédeo en galego reintegracionista: No mundo non sei parella mentre me for como me vay, ca ja moiro por vos e ay! Mia sennor branca / e vermella, queredes que vus retraya quando vus eu vi en saya. Mao dia me levantey que vus enton non vi fea! Se recuperamos esta escrita histórica do galego...¿que ten de "reintegrado")?...¿que facemos ca "ll", "y", "nn",...?


  22. #21 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 11:21

    A LL e a NN nom eram as únicas formas de escriver esse som. Por ejemplo, o também "galego-portugués histórico" do Manuscrito Soberanas (século XIV): Asen, muy bõo homẽ e muy bõo caualeiro.E auya hũu ffilho mãçebo, caualeiro muy bõo e muy prezado, e auya nomme Anesten. E amaua hũa ffilha duum pobre caualeyro de tan grãde amor que nẽhuum homẽ nõ poderya auer mayor amor a molher. Quãdo rrey As soube que seu ffilho amaua ẽ tan bayxo logar e tan pobre, e trouxeo mal e gastygalo. Mays nũca po rẽ a leixou ele mẽos a amar, an te sse nũca dela quis partyr. E quan do o padre uyu que nõ leixaua rrẽ por seu rrogo nẽ por seu castigo, disselhy: -Se te nõ quitas dessa conpanha, eu matarey ty ou ela. -Matarme podedes - diss'el -, mays eu nõ quitarey ende, ante a amarey senpre mẽtre eu uyuer. -Sy ? -disse el rrey -.Ora saby que eu ty partyrey dela, ca a matarey ante ty. Podes ver que aparece o LH e o NH ademáis de o Ç Ainda mais... ese poema que me pos creio que nom é o original... senóm a traduçom de Galaxia.... nom é? (Esa editorial e especialista en adaptar os textos históricos ao "universo da fantasia" da ILG-RAG), de todas formas, a escrita no medievo nom estaba padronizada... e cada quem escribia-o como sabia e bem podia... pero o LH e o NH e tanto ou máis "historico" que o LL e NN... Mirame isso do texto... porfisplis Chao!


  23. #22 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 11:23

    Wohhhhhhh... Ese texto sacaste-lo de: http://www.usc.es/~ilgas/pprofano.html Nom? Casualidade... o ILG... xDDDD


  24. #23 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 11:25

    Martín Soares No mundo non sei parella mentre me for como me vay, ca ja moiro por vos e ay! Mia sennor branca / e vermella, queredes que vus retraya quando vus eu vi en saya. Mao dia me levantey que vus enton non vi fea! E, mia señor, des aquel[la] me foy a mi muy mal di’ay! E vus, filla de don Paay Moniz, e ben vus semella d’aver eu por vos guarvaya, pois eu, mia señor, d’alfaya nunca de vos ouve nen ey valia d’ûa correa. Fonte: V. Bertolucci Pizzorusso (ed.) (1992): As poesías de Martin Soares. Trad.: E. X. González Seoane. Vigo: Galaxia, pp. 58-59. <---- Jurjurjurjur (nótese o de "TRADucido" e non TRANScrito...)


  25. #24 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 11:29

    Como se di na miña terra...mira que feito é este Amarginh... :D Agora non podo mirar eso do texto...supoño te refires á traducción "Galaxia" (ou non). Seguinte paso....escarallarche o texto que acabas de por!! Jajajajaja!!!...Aghora imos ter que recuperar a "y", o "h" e poñer "o guionciño" pra aforrar "bites"...non sexa que ó poñer o "n" limpo, saturemos a rede!! ;) Un bico (é un placer delatixar con alguén como ti...en serio) PD...deixoche un "deber"...pásame isto ó reintegrado: Asen, muy bõo homẽ e muy bõo caualeiro.E auya hũu ffilho mãçebo, caualeiro muy bõo e muy prezado, e auya nomme Anesten.


  26. #25 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 11:52

    Pasinho a paso: Asen, mui(to) bõ homem e mui(to) bõ cavaleiro. E avia um filho mãcebo, cavaleiro mui(to) bõ e muito prezado, e avia nome Anesten - A til ~ é umha forma de abreviar as "M" cando vam seguindo a vogais em algumhas palavras por raçoes históricas... - o verbo "haber" tem aquí senso de "ter" (já nom se usa tal e como aparece no texto) - Mui/moi en vez de muito usase nalgumhas partes de Portugal, ainda que na norma Lisboeta é so a forma Muito. En Galego ILG-RAG é só "Moi" (ainda que se diga também "mui") Asen, mui(to) bom homem e mui(to) bom cavaleiro. E tinha um filho mancebo, cavaleiro mui(to) bom e muito prezado, e tinha (de) nome Anesten Em galego ILG-RAG sería entom: Asen, moi bon home e moi bon cavaleiro. E tiña un fillo mancebo, cavaleiro moi bon e moi prezado, e tiña (de) nome Anesten. Já tá PD: a padronizaçom e necessaria. A opçao é a que temos, puramente castelanizada ou umha mais real e "histórica" (a atual do português e "lisboeta" demáis, pero há propostas da AGAL mais ajeitadas ao galego e o português do norte, de igual maneira ao que fam os brasileiros coa sua padronizaçom) e baseada no nosso ámbito linguístico e nom no vizinho


  27. #26 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 12:11

    Por certo... aquí tes cantigas trovadorescas transcritas e nom "traduzidas"... como gosta fazer Galaxia e mailo ILG-RAG... aquí ten NN ou NH cando as pujerom e Ç e LH... etc http://www.agal-gz.org/modules.php?name=Biblio


  28. #27 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:13

    A ver Anmerginh...vas deixar de dar voltas ou vas deixar de dar voltas? :DD ----meeeeck!!!...DIS: "- A til ~ é umha forma de abreviar as "M" cando vam seguindo a vogais em algumhas palavras por raçoes históricas..."--- (mintira...é para aforrar papel e o "~" representa o "n") A repsosta "simple" de tiñas que poñer (o resto éche outro tema do que se pode falar despóis...¿por qué mesturas?): Aclaremos esto PRIMEIRO.... -------"galego-portugués histórico" do Manuscrito Soberanas (século XIV): Asen, muy bõo homẽ e muy bõo caualeiro.E auya hũu ffilho mãçebo, caualeiro muy bõo e muy prezado, e auya nomme Anesten. ...................................................... -------Em galego ILG-RAG sería entom: Asen, moi bon home e moi bon cavaleiro. E tiña un fillo mancebo, cavaleiro moi bon e moi prezado, e tiña (de) nome Anesten. ....repito a definición que deches:: "Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,..." ".....recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,....." ....ondeeeee ¿¿¡¡¡!!!??


  29. #28 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 13:15

    Por terceira vez: O GALEGO SEGUI-SE A ESCRIVER AO SUL DO MINHO


  30. #29 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 13:19

    Isso e a escrita histórica... o continoum do galego a partires do s. XV. A menos que creas que o galego apareciu da nada nos oitenta quando se fijo a atual padronizaçom "castelanizante" E ISSO sim que nom tem base algumha... ou sim? demostramo ti, porque o ILG-RAG nom pudo nim pode. Literalmente justificam a súa eleçom por motivos de "facilidade para os galegos de aprender" porque claro... castelán si sabían, entom, para que facelo bem pudendo-o facelo mal................


  31. #30 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:20

    Xa me trabuquei!!! -------"galego-portugués histórico" do Manuscrito Soberanas (século XIV): Asen, muy bõo homẽ e muy bõo caualeiro.E auya hũu ffilho mãçebo, caualeiro muy bõo e muy prezado, e auya nomme Anesten. ...................................................... Galego 1 Asen, mui(to) bom homem e mui(to) bom cavaleiro. E tinha um filho mancebo, cavaleiro mui(to) bom e muito prezado, e tinha (de) nome Anesten Galego 2 Asen, moi bon home e moi bon cavaleiro. E tiña un fillo mancebo, cavaleiro moi bon e moi prezado, e tiña (de) nome Anesten. ¿Cal recarallo recupera e fai uso da escrita histórica do galego? Eu queríame casareeeee!!!...miña nai dime que é sedooooo!!


  32. #31 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 13:23

    A ver... a fronteira nom é a fim da identidade galega bo século XV, a língua mantivo-se viva alá, e mais também a escrita, senóm cres que seja "histórica" pois muito bem... por isso mesmo nunca imos a estar de acordo. Ains... ains... O isolacionismo-matalínguas nom é a soluçom, nem a castelanizaçom "porquesim" Para isso, falo castelam e aforro tempo


  33. #32 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:23

    a definición que deches: "Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,..." Non serve Dígoche cal é o argumento real?....POLÍTICA Se o argumento fose histórico...fai anos que todos escribiríamos en reintegrado (te lo juro por Snoopy)


  34. #33 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:26

    Pois eso...nunca de acordo..a min convenceríame unha razón histórica, nunca política (a non ser que me paguen 5 veces máis do que agora gaño...jajajajajaja! Se así fose, fágome reintegrata mañán mesmo...¿onde firmo? :DD


  35. #34 joanzinho martes, 04 de abril de 2006 a las 13:33

    Cal foi a razón que se empregou para a "creación" no XIX do italiano ou do alemán modernos? Cal foi a razón para a creación do novo Swahili, lingua franca en toda Africa oriental, e única lingua africa dunha certa importancia? A que huelen las nubes? Non me fagades caso, son só preguntas tontas que me fago... ;-) Saudos


  36. #35 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:35

    La nubes huelen a lluvia ;)


  37. #36 joanzinho martes, 04 de abril de 2006 a las 13:38

    vaia, agardaba outra resposta, esta non me soluciona as miñas dúbidas (a que huele la lluvia?)


  38. #37 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:38

    Amerginh....xa que fuches tan amable e me pasaches enlaces a Cantigas Trovadorescas, eu douche un, onde podes atopar "O Foro do Burgo de Casto Caldelas"...escrito en galego do século XIII: http://www.consellodacultura.org/mediateca/pubs.pdf/doc_en_galego.pdf Un saúdo ;)


  39. #38 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:40

    :D La lluvia huele a tierra mojada


  40. #39 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 13:43

    1. Histórico é o uso no NN e o NH e nom o do Ñ 2. Histórico é o uso da Ç e maila Z (com ou sem sesseo) 3. Histórico é o uso do S e o SS e nom só do S 4. Histórico é o uso do -M ao final de palavra tanto ou mais que o -N, de mesma forma que o do til ~ para substituirem a N ou M (som as dúas, antes só pujem M) 5. Histórico e o predominio da "V" fronte a o abuso feito da B, algo proprio do castelam 6. Histórico é manter a relaçao linguística entre o galego e o português/brasileiro, e nom pasarse cara ao castelám, que pertence a outra rama linguistica 7. Histórico é ajeita-lo vocabulario do galego cara às formas proprias do galego, muitas vezes substituidas por palavras em castelam, e nom institucionalizar estas últimas 8. Histórica é a gramática com as estruturas galegas e portuguesas, e nom as proprias do castelam 9. Históricos som os topónimos galegos e nom os que se impujerom dende castela (ainda que os de "La Coru" se empenhem) 10. Histórico é o manter as formas dialectais e a pronuncia de fonemas e diptongos propios do galego "enxebre" e nom a sua exterminaçao dentro das formas castelans mediante umha ortografía que mantenha essas caraterísticas 11. Histórico é o usso de, ao menos, 7 vogais, o sesseo nalgures, a gheada... cousa que imposibilita e olvida o galego ILG-RAG, mais nom o reintegracionismo 12. Histórico NOM é o abuso das "B" e as "X", ainda que as X sejam máis abundantes na fala no norte de portugal e Galiza, nom é tanto como se fai... 13. Histórico NOM é a pronuncia neutra da TVG e o castrapo da maioria dos periodistas e gentes públicas (galego con acento de toledo...) 14. Histórico NOM é umha normativa nascida a finais dos 80 15. Histórico NOM é "traduzir" textos galego-portugueses cara à normativa "oficial" ILG-RAG para se justificar 16. Histórico NOM é justificar a negaçao do reintegracionismo por motivacions políticas (dende o nom-portuguesismo ao nom-nacionalismo. Os reintegracionistas nom som tudos nacionalistas nem pro-anexiom com portugal... 17. Histórico NOM é obviar as conclusions de centos de linguistas e filólogos galegos e portugueses de TODO o mundo que concluirom que o galego pertence ao diasistema lingüístico "galego-portugués"e para muitos também a o que se chama "lusofonía", donde se encontram os países/regions e comunidades de fala galego-portuguesa ... Podería seguir, pero remito-me á http://www.agal-gz.org/ Eles já pensaron abondo nisso, reflexionarom e tenhen motivos suficentes. Botalhe um vistazo aos textos e logo me contas


  41. #40 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:46

    Deixa de tomar tanta referencia exclusiva do .....http://www.agal-gz.org/ Busca, compara, contrasta e decide por ti. (...histórico é o uso da "Y") Un bico ;)


  42. #41 Gallo (Galo) martes, 04 de abril de 2006 a las 13:47

    Usemos a Cervantes, que, al parecer, de origen gallego. Así ponemos de manifiesto la confraternidad del foro. Si es o no es el portugués dialecto del gallego hay que partir del hecho histórico a través de los tiempos en la GEOGRAFÍA Cuando Alfonso VI le concedió a su hija bastarda Dª Teresa el condado de PortuCal (de Porto, Oporto) tierras gallegas al Sur del rio Miño, casada con el noble Enrique de Borgoña que había luchado al lado del Rey en la reconquista de parte de estas tierras. Las otras tierras más al Sur todavía en poder de los moros. Dª Urraca, condesa de la galicia Lucense, al subir al trono tras la muerte de su padre Alfonso VI, luchó contra su media hermana. Además de hermana, cuñada, Las dos con los dos hermanos borgoñeses y, lo resaltable, hermanos del papa Calixto II, Lucha de DªUrraca, ya viuda y la otra también, sube al trono de Castilla-León a la muerte de su padre Alfonso VI. Lucha contra su media hermana por su independismo. Las dos: la Reina vuelta a casar con Alfonso de ARAGÓN el Batallador (y tanto). La condesa "amiga" del conde gallego Fernán Pérez de TRAVA. El arzobispo GELMIREZ (con su claustro de nueve cardenales, por concesión papal), en la lid El hijo de Dª Urraca, D. Alfonso, es coronado rey de galicia por Gelmirez en la catedral compostelana. A la muerte de su madre , proclamado y coronado AlfonsoVII EMPERADOR . Alfonso Enriquez, hijo de Dª Teresa, expulsa a su madre y a su amante. y se proclama rey de Portugal, con vasallaje a su primo el Emperador Alfonso VII Al principio , en el condado Portucalense, el mismo idioma que en la galicia de Norte. A medida que avanza la reconquista , variaciones dialectales y grafías hacia el Sur


  43. #42 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:49

    Por certo....xa lle botei olladas ós textos que me dis (dende fai tempo)...e non encaixa nen con martelo dende a base: "Fonologia e Ortografia: O mais característico da norma reintegracionista é o facto de recuperar e fazer uso da escrita histórica do galego,..." Non serve...necesito historia, non política.


  44. #43 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 13:52

    "A medida que avanza la reconquista , variaciones dialectales y grafías hacia el Sur" Esasto O galego e o portugués naceron na mesma terra e son o mesmo idioma (eso non o discute ninguén con un chisco de miolo)


  45. #44 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 13:56

    Por certo... o Ñ e de dubidosa origem: 1. Origem castelam: Era habitual no século XIV para adiante, mais nom antes 2. Em galego usabase já antes... mas nom sempre, posiblemente nalgumhas partes da Galiza e noutras nom 3. No galego usabase já no século XIII, pode ser pois de origem galega e logo pasado ao castelam?? 4. a til de nassalidade ~ tem a mesma origem... som a duas umha coisa propria do Galego?? A saber... nesse ponto estou aberto a investigacions convincentes... :P


  46. #45 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 14:00

    O galego e o portugués naceron na mesma terra e son o mesmo idioma (eso non o discute ninguén con un chisco de miolo) O_o POIS ISSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO xD Entom já es reintegrata? :P PD: o reintegracionismo admite por propria definiçao que a norma ha de ser comúm... nom que tenha que ser diretamente a norma "de Lisboa"... por isso há propostas da AGAL varias, pero a definitiva teria que ser a resultante de un processo que nom se fijo cando se creou a atual normativa ILG-RAG ainé... eu nom falo de politica, senom de linguística


  47. #46 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 14:15

    ----Entom já es reintegrata? ...siiiii!!! Que too Dios se poña a escribir en galego isolacionistaaaa!!! Jejeje...non falas de política? posi de linguística tampouco (xa podes ollar que non cadran as túas teorías) Ai! Miña Na!....O "ñ" naceu para aforrar papeliño....o "ñ" é en realidade unha "nn"...son que existe en galego, castelán, asturiano, leonés,.... (xa lles gustaría ós casteláns ter a patente!!) ... :D Amerguinh...haiche unha cousa ben curiosa ...para os casteláns, eu son galleguista nacionalista (de lo peor) :DD ...para os reintegracionistas, eu son isolacionista (borrega de nacemento!!) :DD Non sei ata que punto pode ser eso compatible, ti que pensas?....a mi la noche me confunde!


  48. #47 Breor donn martes, 04 de abril de 2006 a las 14:50

    Perdoade que me meta nas cousas de vós os dous. Ainé para mim nom es borrega nem cousa que se lhe semelhe e te-lo demonstrado aquí cem vezes. Penso que achegar a norma escrita do galego à lusofonia, a sua família natural tem bastantes vantages e algum incoveniente: vantages: 1- A nossa literatura e publicaçons científicas ham ser de maior accesibilidade para os países que compartilham com nós a língua polo que se lle alonga o mercado. 2- habemos dar tido acceso a umhas literatura riquíssima na sua língua original. 3-Poderemos asemade acceder às traduçons portuguesas das publicaçons internacionais de toda classe sem passar polo espanhol, quer dizer, numha norma do nosso idioma que embora nom seja a nossa há ser de doada leitura para a gente alfabetizada deste jeito. 4-A achega das televisons, rádios, filmes, etc em língua brasileira ou portuguesa abofé que ham contribuir a mudar a fraca posiçom que agora temos cumha soa televisom e mais umha rádio plenamente em galego frente a todo o resto em espanhol. 5- umha norma escrita diferente, como é natural, do espanhol, achega mais consciência de língua independente, própria e digna da que estamos mui faltos como bem temos visto em recentes foros nalgumha gente. inconvenientes: um único, a complexidade para o aprendizado que ti apontavas. Cuido que esta traba está um pouco exagerada já que nom nos decatamos como nestes anos de normalizaçom fomos inserindo formas como eido(com sentido abstracto), nembargantes, ou mesmo os sufixos de plural em -ais que nom existiam na fala da meirande parte dos falantes. Todo é vontade de fazer as cousas e eu nisto, sinceramente vejo, que o futuro da nossa língua como idioma normalizado do nosso país passa por aqui mais respeito o outro ponto de vista e o de todos os que acreditem na defensa do galego. Quem lhes dera a bascos, cataláns ou bretóns ter a sorte de que o seu idioma aqui minorizado medra vizoso em centos de milhons de falantes no mundo einteiro. Saúde. P.D sinto nom ter tempo agora para seguirmos com este debate tam interessante.


  49. #48 ainé martes, 04 de abril de 2006 a las 21:01

    Se admiten tríos... ;) Porsia...con borrega de nacemento!!, refírome a "dócil e dominada baixo o xugo castelán" ( a de cousas que hai que ler...!) A ve...eu considérome tan galega como española como portuguesa (en qué nos diferenciamos os paisaniños de a pé?...en nada). Eu, e moita máis xente, non temos necesidade de sentirnos diferentes nin independentes. Un portugués, brasileiro e un galego entenden perfectamente a língua escrita duns e doutros, sexa cal sexa a normativa oficial...eso si, resulta tan complicado para un galego como para un portugués entender os textos reintegracionistas...porque...mudan a linguaxe, o orde e o sentido de moitas frases...precisamente por eso, por querer "diferenciarse"....e tamén, porque moitos dos que escriben na rede utilizan o "traslator"...e xa se sabe que ese sintema, ten erros. Xa se sabe....pa gustos colores...e se todos pensáramos da mesma maneira, o mundo ficaría espetado no mesmo sitio por "séculos seculórums". Un saúdo


  50. #49 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 22:32

    ainé se alguns filologos defendem o isolacionismo... ou há muitos borregos ou é umha opçao válida... nom creio nas verdades absolutas, nom comparto a túa postura mas isso nom te descalifica... polo contrario... da gosto poder discuti-lo sem que saiam os habituais "português de merda" ou algo pior (claro que para mim isso -sen merda- nom é um insulto....). Por certo... eu som un nacionalista "rarito": nom som independentista, considerome español (e vivo na Andaluzia), ainda que un pouquinho máis galego de coraçao, e amo a Portugal por ser parte da história da minha terra e pola súa língua gemea. A pesares disto... som reintegracionista polos motivos já expostos, e nom creio que "os textos reintegracionistas...porque...mudan a linguaxe, o orde e o sentido de moitas frases...precisamente por eso, por querer diferenciarse"... ao revés... pero bom... o que tratam e de formalizar a escrita da mesma maneira que a norma padrão portuguesa (que eu nom comparto... por certo), e recuperando ao galego de umha normativa que fai esmorece-la língua "enxebre", más sem cair no "isolacionismo" muitas vezes baseado no "hiper-enxebrismo" ou algo pior... Reintegracionistas há muitos e de muitas cores... o ideal sería facer umha normativa comun para todos e baseada en todas as posturas, e nom excluir a umha grande pate dos filólogos e linguistas como pasou nos 80.... Então, quizais teriamos umha normativa galega, nem "portuguesa" nem "isolacionista" nem "oficial" nem ostias en vinagre. E ainda porriba creen-se que queremos que nos governem dende Lisboa... JA! PS: Por certo, a AGAL que tanto asusta a muitos, tanto que parecemos super-radicais, na súa postura oficial dí coisas tan "raras" como: "Quando se procede a recuperar para o uso habitual umha língua que (...) tem sido minorizada, é preciso submeter este processo de promoçom a uma planificaçom que permita acometer com êxito esse labor (...) as diferentes acções dirigirám-se em três direcções: normalizaçom do estatuto da língua (ampliaçom das suas funções na sociedade a todas as possíveis que pode desenvolver umha língua normal), promoçom ou planificaçom da sua aquisiçom (que tem como meta aumentar o número de usuários entre aqueles sectores da sociedade que a tinham deixado de empregar, bem como também a melhoria na qualidade do seu uso) e, finalmente, a normativizaçom ou planificaçom do corpus" "é conveniente e necessário que as línguas oficiais dos estados disponham de variedades padrom(...) Os falantes acostumam aprender a escrever nela e ela é a empregada nas situações mais formais e elevadas que se apresentam no âmbito social" "A respeito da grafizaçom devemos advertir que cada língua tem, polo geral, o seu próprio sistema gráfico; mas como este é convencional nada impede que, em princípio, umhas línguas podam ser representadas mediante a escrita de outras. Assim, é evidente que as palavras portuguesas palha, farinha, peça, dezembro, bem... tomarám feiçom "castelhana" se se representarem mediante a ortografia deste idioma, como é frequente na Galiza: palla, fariña, peza, decembro, ben... sem por isso deixarem de ser palavras (galego-)portuguesas nem passarem a ser espanholas: paja, harina, pieza, diciembre, bien..." "No caso do galego produz-se umha situaçom muito similar, pois ainda que entre as diversas normativas propostas existem diferenças —morfológicas e lexicais sobretudo— que ultrapassam o nível da representaçom gráfica (...) a maior parte das divergências som devidas ao uso da escrita castelhana por parte de uns, e da escrita galego-portuguesa por parte dos outros." Então? porque tanta "violéncia" cara a umha opçao tanto ou máis (dependendo do que pense cada quem) válida... O moldavo sempre tivo um alfabeto romanze até que no seculo XX impuxerom o cirílico (coisas da URSS)... Hoje usanse os dous e ambos som válidos, ainda que por rigor filológico promova-se o latino ou o caso do servo-croata, umha língua grafada mediante o alfabeto latino polos croatas e mediante o alfabeto cirílico polos sérvios... ... A maior diferencia? que nós (os "reintegratas") vemos-lhe máis avantagens e menos desvantagens ao reintegracionismo que ao uso da escrita castelhana...


  51. #50 Amerginh martes, 04 de abril de 2006 a las 22:34

    Por certo... som muitos os que usam ambas normativas dependendo de para quem vaian dirigidos e do que escrivam, por ejemplo, Camilo Nogueira ou Manuel Rivas.


  52. Hay 59 comentarios.
    1 2 página siguiente


Si te registras como Druida (y te identificas), podrás añadir tu respuesta a este Archivo de Conocimientos

Volver arriba

No uses esta información en otros sitios web ni publicaciones, sin el permiso del autor y de Celtiberia.net